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Clóvis Antônio Dragone Maia, nasceu no dia 6 de fevereiro de 1957, na Cidade de São Paulo, aquariano convicto, pai de seis filhos.

Estudou Engenharia Eletromecânica e fez o curso de administração, quando colou grau em 1981. Sua primeira profissão foi a de tipógrafo, atualmente denominada gráfico, a qual exerce até hoje em todas as suas nuances. Seu maior sonho era ser piloto de corrida profissional e perdeu a única grande chance de sua vida quando, por motivos hoje considerado por ele “insuficientes”, desperdiçou um convite para morar na Inglaterra e fazer parte de uma grande equipe de Fórmula 1, como piloto de testes. Este convite surgiu após ter guiado um carro da categoria Stock Car, do piloto Ingo Hoffman, e feito em apenas três voltas, a melhor marca da equipe, no Autódromo de Interlargos. Note que essa foi a primeira vez que Dragone tocara num carro preparado para corrida. Ingo foi Campeão por 12 vezes e ganhou 100 corridas da categoria.

Dragone continuou como empresário no ramo das artes gráficas até que em 1988 lançou a Revista EXCLUSIVA em Salvador, abraçando desde então o Jornalismo. Por conta dessa nova paixão, voltou a sentar numa cadeira de estudante e enfrentou uma Faculdade de Comunicação para formar-se em Jornalista, com o intuito de assinar e dar mais de si à esta Revista.

No campo do Jornalismo, foi o pioneiro do segmento revista a publicar edições especiais de Carnaval e a cobrir carnavais fora de época em todo Brasil e em países estrangeiros. Idealizou o Troféu Castro Alves, o primeiro a premiar artistas e carnavalescos da Bahia; o primeiro a manter uma revista editada na Bahia por mais de 10 anos.

Em 1991 fez um roteiro de um filme no qual previa o sucesso da cantora Daniela Mercury, inclusive o nome do seu primeiro empresário, que foi Jorge Sampaio, conhecido na época como Jorginho do Eva. A cantora seria a protagonista da estória que falava do estrelato de uma cantora que vinha do Rio de Janeiro para a  Bahia com a intenção de ser famosa, uma inversão do sistema na época. Para a produção do filme, foi liberado pela Lei Sarney, o valor referente a um milhão de dólares, mas a cantora desistiu do filme após ter assinado o contrato "na real" com o mesmo empresário previsto pelo roteirista em sua ficção.

No campo da literatura, o jornalista Clóvis Dragone escreve há seis anos o livro que deverá chamar-se "O Trio o Carnaval e Eu", que fala sobre suas andanças pelos carnavais do Brasil. Este livro deveria ser lançado em 2004, mas devido a problemas outros, foi adiado, sem data prevista para seu lançamento.

 

Jornalista Clóvis Dragone - Na entrega do Troféu Castro Alves - 14 de março de 2007. Click na foto para ampliar.